9 de jul. de 2011

Jovem “fundamentalista” católico revolta-se contra a evangelicofobia


Não são apenas os “fundamentalistas” evangélicos que estão se posicionando contra a evangelicofobia. Os “fundamentalistas” católicos também estão indignados com as ações hitleristas, amordaçantes e anticristãs perpetradas por políticos, jornalistas e ativistas gays.

Chega de evangelicofobia! A liberdade de pensamento e de expressão é um direito constitucional, também garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU).

Chamo a sua atenção para esse vídeo:

7 de jul. de 2011

Deputados pró-gays são flagrados em vídeo atacando o cristianismo: “A Bíblia é um mito”. Assista:


Alguns políticos pró-gays foram flagrados em um evento atacando os cristãos e suas crenças. O vídeo foi divulgado pela FENASP, Frente Evangélica Nacional de Ação Social e Política.

Entre os presentes estavam políticos como o deputado Jean Wyllys que afirmou que “um texto bíblico não deve ser interpretado como lei, mas como um mito”, ele também afirma que os textos da Bíblia são “alegóricos, que não dão conta da verdade”.

6 de jul. de 2011

Satanás mudou a doutrina do amor ao próximo. Quem disse que eu não posso julgar alguém? Jesus que não foi!


Existe uma concepção errada sobre o que é o amor ao próximo. Os cristãos foram condicionados a acreditar que o amor que Cristo pregou foi um amor de inclusão, ecumênico e tolerante, mas isso não alinha com as Escrituras. Amar não é passar a “mão na cabeça”.

Ama quem sabe falar sim, mas também sabe falar não! Hoje em dia, quem critica uma crença, doutrina ou escolha, é considerada uma pessoa que não ama. No post que fizemos sobre homossexualismo, nos posicionamos severamente contra o pecado e por isso fomos muito criticados pelos próprios ditos “cristãos”, que dizem não estarmos “andando em amor”. Isso é estúpido, pois muitos falam que Jesus pregou o amor ao próximo, mas eles mesmos não entendem o que significa esse amor.

1 de jul. de 2011

O poder das palavras


“A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto”. (Pv 18.21)

A expressão acima nos foi dada pelo sábio Salomão e nos causa inquietação pelo quanto de verdade está nela contida.

 Não é meu intuito aqui mistificar o uso da palavra, nem tampouco fazer apologia à confissão positiva; mas nos convidar a uma reflexão sobre a forma como nos relacionamos no dia a dia com as pessoas. Não são raras às vezes em que falamos coisas das quais nos arrependeremos mais tarde, assim como, constantemente somos vítimas de palavras que nos ferem.