
Não conhecia bem o Bispo Robinson Cavalcanti, não acompanhei de perto sua trajetória, nem tampouco me inteirei das desavenças do blogueiro Júlio Severo acerca do mesmo. Portanto não ouso defender e menos ainda ‘atacar’ suas ideias e postura, pois não teria argumentos suficientes e válidos para isso, quanto mais em um dia duro como esse para toda a sua família, amigos, admiradores e aqueles que de uma forma ou de outra foram por ele abençoados e influenciados. Dito isto não posso tomar partido pelo Bispo, pois como já coloquei, não o conhecia.
Agora uma coisa terrível eu observei durante esse dia, o aparente regozijo de Júlio Severo com tal perda. Pesquisando um pouco e lendo diversos comentários prós e contras o Bispo Robinson, pude ver que o blogueiro mencionado não era lá muito seu fã e ouso dizer que o mesmo o tinha como inimigo.
Colocadas essas questões, gostaria de convidar o leitor a uma análise, ainda que rasa, de um texto bíblico que retrata a perda (morte) de um ‘inimigo’ de Davi. É nítido em toda a Escritura o ódio que Saul nutria pelo futuro rei, ainda que esse por diversas vezes tivesse gerado oportunidades de reconciliação. O que quero chamar sua atenção é para o hino conhecido como o Hino ao Arco e que encontra-se no primeiro capítulo de 2 Samuel e que está reproduzido logo abaixo. Nele aprendemos como devemos nos reportar aos soldados do Senhor quando esses se vão, ainda que os consideremos inimigos e tenhamos um milhão de motivos para nos regozijarmos com tal, assim como Davi. Observem…