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12 de set. de 2012

No país dos petralhas, Lobato vai para a cadeia, e a pornografia infantil, para a sala de aula

No país dos petralhas, Lobato vai para a cadeia, e a pornografia infantil, para a sala de aula. Vejam o que a gestão Fernando Haddad liberou para crianças de 10 anos

reinaldo

No país dos petralhas, Monteiro Lobato vai para a cadeia, e uma variante do que considero pornografia infantil vai para a sala de aula. Já tratei do assunto aqui num post de 1º de fevereiro do ano passado. Mas é preciso voltar ao tema. Leiam isto:

“Olha, ele fica duro! O pênis do papai fica duro também?”

“Algumas vezes, e o papai acha muito gostoso. Os homens gostam quando o seu pênis fica duro.”

“Se você abrir um pouquinho as pernas e olhar por um espelhinho, vai ver bem melhor. Aqui em cima está o seu clitóris, que faz as mulheres sentirem muito prazer ao ser tocado, porque é gostoso.”

“Alguns meninos gostam de brincar com o seu pênis, e algumas meninas com a sua vulva, porque é gostoso. As pessoas grandes dizem que isso vicia ou “tira a mão daí que é feio”. Só sabem abrir a boca para proibir. Mas a verdade é que essa brincadeira não causa nenhum problema”.

Voltei
O que é isso? São trechos de “Mamãe, como eu nasci?”, que está na lista de livros do MEC, aprovado pelos aloprados que estavam sob o comando deste impressionante Fernando Haddad. Segundo o Ministério da Educação, é recomendado para alunos na faixa dos 10 anos. O livro, claro!, é ricamente ilustrado. Já foi o tempo em que a molecada se cotizava pra comprar gibi de sacanagem. O pênis, a vagina, o clitóris e a ereção foram estatizados, entenderam? O livro é ricamente ilustrado, como se percebe no vídeo abaixo (vão tentar tirá-lo do ar; aguardem para ver). Volto em seguida.

 

Voltei
Como a gente nota, 64 anos depois de sua morte, Monteiro Lobato está sendo julgado pelo Tribunal Politicamente Correto do Santo Ofício, e a pornografia infantil recebe a chancela do MEC. Não é de estranhar que esse mesmo ministério tenha preparado os kits gays, certo? Eles ensinam, por exemplo, que ser bissexual traz vantagens comparativas no cotejo com a heterossexualidade — que a patrulha politicamente correta chama “heteronormatividade”. A imprensa jamais indagou Fernando Haddad sobre o assunto e ainda tacha de reacionário quem o faz.

27 de fev. de 2012

Uau, meu cérebro tem livre arbítrio

Apresentação1
Saber se os homens são capazes de fazer escolhas e eleger o seu caminho, ou se não passam de joguetes de alguma força misteriosa, tem sido há séculos um dos grandes temas da filosofia e da religião. De certa maneira, a primeira tese saiu vencedora no mundo moderno.
Como nem sempre é o caso com os temas filosóficos, a crença no livre-arbítrio tem reflexos bastante concretos no "mundo real". A maneira como a lei atribui responsabilidade às pessoas ou pune criminosos, por exemplo, depende da ideia de que somos livres para tomar decisões, e portanto devemos responder por elas. Mas a vitória do livre-arbítrio nunca foi completa. Nunca deixaram de existir aqueles que acreditam que o destino está escrito nas estrelas, é ditado por Deus, pelos instintos, ou pelos condicionamentos sociais. Recentemente, o exército dos deterministas – para usar uma palavra que os engloba – ganhou um reforço de peso: o dos neurocientistas. Eles são enfáticos: o livre-arbítrio não é mais que uma ilusão. E dizem isso munidos de um vasto arsenal de dados, colhidos por meio de testes que monitoram o cérebro em tempo real. O que muda se de fato for assim?

7 de dez. de 2011

As igrejas devem convidar as pessoas a virem à frente?

Apresentação11

Em julho deste ano postei um texto da Christianity Today International que abordava o tema respondendo aos apelos no final do sermão. O texto discorre sobre a história dessa prática conhecida como “sistema de apelo”; mostra seu início por volta de 1805 e seu crescimento de lá para cá. O renomado ministro presbiteriano Charles G. Finney (1792-1875) é considerado por muitos como o “pai do apelo”. Ele foi um dos principais difusores dessa prática que ganhou força e têm lugar de destaque em muitos púlpitos de nossos dias. Existe grande desconfiança em relação a base teológica que sustente essa prática por parte de muitos líderes, mas a despeito dessa desconfiança, como eu já disse, a prática continua com força. Essa semana o Blog Fiel, ligado à editora Fiel abordou mais uma vez o assunto e eu gostaria de compartilhar aqui com vocês o brilhante texto. Leia, tire suas conclusões e deixe sua opinião. Ela é muito importante…!

24 de nov. de 2011

Para refletir / Como eu devo lidar com as contradições da Bíblia?

como eu devo lidar com as contradições da bíblia

Ao ler a Bíblia, tenhamos conosco o firme princípio de que, se não conseguimos entender uma passagem ou harmonizá-la com outra, a falha não está no Livro, e sim em nós. Adotar esse princípio firmará nossos pés sobre uma rocha. Rejeitá-lo nos levará a areias movediças; e nossas mentes se encherão de incertezas e dúvidas infindáveis.

Fonte: Meditações no Evangelho de Lucas – J. C. Ryle

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