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1 de jul. de 2012

A máscara da justiça própria – Parte 1 (Caim, um homem que não observou os princípios de Deus)

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O nosso Deus é um Deus que espera que o Seu povo, que por Ele foi chamado, lhe ofereça adoração. Ele escolheu Seus filhos “para [lhe] serem por povo, e nome, e louvor, e glória” (Jr 13.11 RA). Toda a Bíblia é repleta de convites à adoração, mas não “qualquer” adoração.

Vivemos dias de muitos “modismos” no que diz respeito a esse assunto. Temos observado a introdução de elementos que Deus nunca ordenou fossem utilizados na adoração enquanto outros, genuinamente bíblicos, têm sido substituídos e até mesmo negligenciados. Para completar, falta muitas vezes uma autoanálise criteriosa de como está o coração daquele que está “adorando” a fim de poder oferecer o melhor a Deus.

Em João capítulo 4 encontramos um belo resumo, dado por Jesus, de como é a adoração que Deus espera:

“Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” (João 4:24 RA, grifo meu).

Diante disso nos resta a pergunta, temos adorado a Deus como Ele espera?

5 de abr. de 2012

Augustus Nicodemus – Verdades e Mitos sobre a Páscoa

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Nesta época do ano celebra-se a Páscoa em toda a cristandade, ocasião que só perde em popularidade para o Natal. Apesar disto, há muitas concepções errôneas e equivocadas sobre a data.

7 de dez. de 2011

As igrejas devem convidar as pessoas a virem à frente?

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Em julho deste ano postei um texto da Christianity Today International que abordava o tema respondendo aos apelos no final do sermão. O texto discorre sobre a história dessa prática conhecida como “sistema de apelo”; mostra seu início por volta de 1805 e seu crescimento de lá para cá. O renomado ministro presbiteriano Charles G. Finney (1792-1875) é considerado por muitos como o “pai do apelo”. Ele foi um dos principais difusores dessa prática que ganhou força e têm lugar de destaque em muitos púlpitos de nossos dias. Existe grande desconfiança em relação a base teológica que sustente essa prática por parte de muitos líderes, mas a despeito dessa desconfiança, como eu já disse, a prática continua com força. Essa semana o Blog Fiel, ligado à editora Fiel abordou mais uma vez o assunto e eu gostaria de compartilhar aqui com vocês o brilhante texto. Leia, tire suas conclusões e deixe sua opinião. Ela é muito importante…!

10 de out. de 2011

Aprenda a Bíblia sem esforço. Método comprovado!

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Facilidades atraem o ser humano. Gostamos de coisas que nos deem resultados rápidos e com o menor esforço possível. Daí a explosão, nas mais diversas áreas da vida, dos golpes que oferecem métodos fáceis, soluções mágicas, esforço mínimo, resultados com pouco ou nenhum trabalho. As pessoas, aos montes, recorrem a essa “lei do menor esforço” para tentar conseguir seus objetivos.

Na esfera espiritual não é diferente. A busca de soluções mágicas, rápidas, fáceis é o que garante o sucesso dos espertalhões da fé que enganam o povo.

9 de set. de 2011

Como pregar um falso evangelho em 5 passos fáceis!


Passo 0: Prepare a si mesmo! Você terá que ter a capacidade de:
- usar versículos isolados e distorcê-los.
- aparentar totalmente bem-sucedido em todas as áreas.

Nota: fique firme e chame todo mundo que falar contra o que você faz de fariseus preguiçosos. Lembre-os que eles não podem julgar. (você pode!)