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2 de jul. de 2012

A máscara da justiça própria – Parte 2 (Caim, um homem que não examinou seu coração)

parte 1

Essa semana estamos meditando sobre verdadeiros adoradores com base no primeiro capítulo (Caim, um homem que fingiu ser um adorador) do livro do Rev. Hernandes Dias Lopes, "COM JESUS NA ESCOLA DA VIDA" - Editora Hagnos. Nele vemos que Caim cometeu seu maior erro ao tentar se aproximar de Deus fazendo uso de sua justiça própria.

Boa leitura…

1 de jul. de 2012

A máscara da justiça própria – Parte 1 (Caim, um homem que não observou os princípios de Deus)

parte 1

O nosso Deus é um Deus que espera que o Seu povo, que por Ele foi chamado, lhe ofereça adoração. Ele escolheu Seus filhos “para [lhe] serem por povo, e nome, e louvor, e glória” (Jr 13.11 RA). Toda a Bíblia é repleta de convites à adoração, mas não “qualquer” adoração.

Vivemos dias de muitos “modismos” no que diz respeito a esse assunto. Temos observado a introdução de elementos que Deus nunca ordenou fossem utilizados na adoração enquanto outros, genuinamente bíblicos, têm sido substituídos e até mesmo negligenciados. Para completar, falta muitas vezes uma autoanálise criteriosa de como está o coração daquele que está “adorando” a fim de poder oferecer o melhor a Deus.

Em João capítulo 4 encontramos um belo resumo, dado por Jesus, de como é a adoração que Deus espera:

“Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” (João 4:24 RA, grifo meu).

Diante disso nos resta a pergunta, temos adorado a Deus como Ele espera?

16 de fev. de 2012

“Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade” – Ricardo Gondim

Apresentação1

O pastor Ricardo Gondim, da Igreja Betesda, anunciou em seu site, através  de um artigo, que está rompendo com o Movimento Evangélico. Narrando suas experiências religiosas desde adolescência, quando abandonou o catolicismo inquieto pelo que chamou de “dogmas” da igreja romana, o pastor falou sobre o que o fez romper com a Igreja Presbiteriana e com a Assembleia de Deus, exemplificando cada caso.

Agora, se dizendo sem saber para onde ir, afirma que está querendo “apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos” e que não abandonará sua vocação de pastor e continuará servindo na Betesda.

Os motivos listados por Gondim em seu artigo reclamam da transformação do evangelho em negócio, e se diz “incapaz de tolerar” a transformação da fé em negócio. “Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia”, acusa o pastor.

7 de dez. de 2011

As igrejas devem convidar as pessoas a virem à frente?

Apresentação11

Em julho deste ano postei um texto da Christianity Today International que abordava o tema respondendo aos apelos no final do sermão. O texto discorre sobre a história dessa prática conhecida como “sistema de apelo”; mostra seu início por volta de 1805 e seu crescimento de lá para cá. O renomado ministro presbiteriano Charles G. Finney (1792-1875) é considerado por muitos como o “pai do apelo”. Ele foi um dos principais difusores dessa prática que ganhou força e têm lugar de destaque em muitos púlpitos de nossos dias. Existe grande desconfiança em relação a base teológica que sustente essa prática por parte de muitos líderes, mas a despeito dessa desconfiança, como eu já disse, a prática continua com força. Essa semana o Blog Fiel, ligado à editora Fiel abordou mais uma vez o assunto e eu gostaria de compartilhar aqui com vocês o brilhante texto. Leia, tire suas conclusões e deixe sua opinião. Ela é muito importante…!

21 de jul. de 2011

Respondendo aos apelos


O pastor encerra seu sermão: “O Espírito Santo convida você a vir. A congregação orando, esperando ansiosa, convida você a vir. Na primeira nota da primeira estrofe, desça as escadas, desça por estes corredores. Que os anjos possam acompanhá-lo. Que o Espírito Santo de Deus o encoraje. Que a presença de Jesus caminhe ao seu lado enquanto você vem, enquanto nós permanecemos em pé e cantamos ao Senhor”. E as pessoas realmente vêm. Semana após semana, em igrejas por todo o mundo, cenas como essa acontecem ao fim de milhares de sermões. A congregação fica em pé e canta; os pecadores caminham pelos corredores e oram por salvação.

Este método evangelístico bem comum, conhecido como sistema de apelo, não foi sempre assim. Evangelistas bem-sucedidos como George Whitefield, Jonathan Edwards e John Wesley nunca fizeram um chamado ao altar. De fato, eles nem sequer sabiam o que era isso. Eles convidavam seus ouvintes apaixonadamente para vir a Cristo pela fé e aconselhavam regularmente os pecadores ansiosos depois dos cultos. Mas não lhes pediam para dar uma resposta pública ou física após os sermões evangelísticos. Então, de onde vem esta prática?