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5 de abr. de 2012

Augustus Nicodemus – Verdades e Mitos sobre a Páscoa

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Nesta época do ano celebra-se a Páscoa em toda a cristandade, ocasião que só perde em popularidade para o Natal. Apesar disto, há muitas concepções errôneas e equivocadas sobre a data.

25 de fev. de 2012

Fanáticos ou Defensores da Verdade? - John Kennedy

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Em tempos como o nosso é fácil alguém parecer fanático, se mantém uma firme convicção sobre a verdade e quando se mostra cuidadoso em ter certeza de que sua esperança procede do céu. Nenhum crente pode ser fiel e verdadeiro nesses dias, sem que o mundo lhe atribua a alcunha de fanático. Mas o crente deve suportar esse título. É uma marca de honra, embora a sua intenção seja envergonhar. É um nome que comprova estar o crente vinculado ao grupo de pessoas das quais o mundo não era digno, mas que, enfrentando a ignomínia por parte do mundo, fizeram mais em benefício deste do que todos aqueles que viviam ao seu redor. O mundo sempre sofre por causa dos homens que honra. Os homens que trazem misericórdia ao mundo são os que ele odeia.

7 de dez. de 2011

As igrejas devem convidar as pessoas a virem à frente?

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Em julho deste ano postei um texto da Christianity Today International que abordava o tema respondendo aos apelos no final do sermão. O texto discorre sobre a história dessa prática conhecida como “sistema de apelo”; mostra seu início por volta de 1805 e seu crescimento de lá para cá. O renomado ministro presbiteriano Charles G. Finney (1792-1875) é considerado por muitos como o “pai do apelo”. Ele foi um dos principais difusores dessa prática que ganhou força e têm lugar de destaque em muitos púlpitos de nossos dias. Existe grande desconfiança em relação a base teológica que sustente essa prática por parte de muitos líderes, mas a despeito dessa desconfiança, como eu já disse, a prática continua com força. Essa semana o Blog Fiel, ligado à editora Fiel abordou mais uma vez o assunto e eu gostaria de compartilhar aqui com vocês o brilhante texto. Leia, tire suas conclusões e deixe sua opinião. Ela é muito importante…!

21 de jul. de 2011

Respondendo aos apelos


O pastor encerra seu sermão: “O Espírito Santo convida você a vir. A congregação orando, esperando ansiosa, convida você a vir. Na primeira nota da primeira estrofe, desça as escadas, desça por estes corredores. Que os anjos possam acompanhá-lo. Que o Espírito Santo de Deus o encoraje. Que a presença de Jesus caminhe ao seu lado enquanto você vem, enquanto nós permanecemos em pé e cantamos ao Senhor”. E as pessoas realmente vêm. Semana após semana, em igrejas por todo o mundo, cenas como essa acontecem ao fim de milhares de sermões. A congregação fica em pé e canta; os pecadores caminham pelos corredores e oram por salvação.

Este método evangelístico bem comum, conhecido como sistema de apelo, não foi sempre assim. Evangelistas bem-sucedidos como George Whitefield, Jonathan Edwards e John Wesley nunca fizeram um chamado ao altar. De fato, eles nem sequer sabiam o que era isso. Eles convidavam seus ouvintes apaixonadamente para vir a Cristo pela fé e aconselhavam regularmente os pecadores ansiosos depois dos cultos. Mas não lhes pediam para dar uma resposta pública ou física após os sermões evangelísticos. Então, de onde vem esta prática?