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4 de fev. de 2012

Casal 20 - Uma pequena parábola para minhas filhas…

uma pequena parábola para minhas filhas

Me deparei hoje à tarde com esse texto dos meus amigos Fábio e Lú (Casal 20). Um belíssimo texto e, mais belo ainda a lição que nos é ensinada. Só mesmo uma família alicerçada em Cristo para nos abençoar com uma pérola como esta. Recomendo a leitura….


Uma pequena parábola para minhas filhas…

Nestas férias, minhas meninas apareceram um dia com um ninho em suas mãos. O ninho fora encontrado no chão após uma chuva. Elas estavam elétricas diante da possibilidade de pegarem o filhote de passarinho para criá-lo.

    - Pai, a tia disse que a gente poderia criá-lo. Pode?

    - Creio que não - disse, jogando logo um balde de água fria em suas intenções infantis – até mesmo, porque acho que não vai sobreviver sem a mãe. Acho que o melhor seria retornar com o ninho e colocá-lo na árvore em que vocês o encontraram...

    - Meninas, não fiquem pegando assim não - disse a Lu – porque eu ouvi dizer que na natureza, quando os filhotes ficam com outro cheiro, a mãe rejeita e não cuida mais...

    - Mas, pai - insistiu Aninha - a gente pega e leva para nossa casa, cuida dele e ele vai crescer...

    - Aí, você vai colocar esse passarinho em que lugar?

    - Na gaiola, pai, aí ele fica cantando para nós!

21 de out. de 2011

Se ele é justo, por que temer que ele castigue as criaturas que ele encheu de fraquezas?

justo

Continuação das perguntas feitas no livro ‘The necessity of atheism’, de Percy Bysshe Shelley.  Leia as Partes [01] [02] [03]

Pergunta: Se ele é justo, por que temer que ele castigue as criaturas que ele encheu de fraquezas?

Deus criou o homem perfeito. Ele não nos fez cheio de fraquezas, como descabidamente a frase acima incita. No momento em que o primeiro homem pecou, a culpa do pecado já caiu sobre ele, mesmo antes de Deus ter ‘multiplicado as dores do parto da mulher’ ou ainda ‘aumentado a dificuldade de conseguir o próprio pão’. O medo começou no exato momento em que Adão desobedeceu; decaiu do patamar de perfeição, e era impossível voltar a ele. Após isto, cada um de nós nasceu com esta ‘capacidade’ de pecar; e é o que de fato fazemos, com nossas próprias forças.

15 de out. de 2011

O ideal do ministério cristão

carta

O pastor deve ter sempre o caráter de um professor, um mentor, tanto ao pé da lareira como no púlpito. [...] A importância das coisas com que lidamos deve sempre encher nossas mentes, nossos estudos pessoais, nossas orações a Deus, nossos esforços no púlpito. A Palavra de Deus! Como precisamos pregá-la e estudá-la bem, dedicar-nos completamente às grandes coisas sagradas, para não falar de Deus erroneamente. A Palavra da verdade! Cada partícula dela é infinitamente preciosa. Que nunca brinquemos com coisas tão importantes. As almas das pessoas! Coisas eternas! No momento mais importante, de valor inestimável, em perigo inimaginável, de duração eterna. Estas, meu querido amigo, são as coisas com que lidamos; é disto que daremos conta. [...] Ore por mim, e que Deus me ajude a orar por você.

20 de set. de 2011

Se Deus é infinitamente bom, por que temê-lo?


Percy Bysshe Shelley, poeta inglês, 1792-1822, escreveu “The necessity of atheism” (A necessidade do ateísmo). Como crítico à religião, ele fez alguns questionamentos sobre ela. Darei nos próximos dias as respostas que julgo adequadas para quem pensa da mesma forma, ou até mesmo para que um cristão possa saber responder para um cético. Leia as Partes [02] [03] [04]

Pergunta: Se Deus é infinitamente bom, por que temê-lo?